Valores e o bom processo seletivo Leia em 2 minutos

Valores e o bom processo seletivo

A meu ver, se existe algo relacionado diretamente ao sucesso de um negócio, esse item é a capacidade de definir, atrair, triar e selecionar pessoas para o time.

Muito do que se tem nas pequenas e médias empresas quanto à contratação de pessoas está baseado em intuição e achismo. Vemos, diariamente, líderes reclamarem das pessoas contratadas sem fazer uma avaliação eficaz do próprio processo seletivo.

Para um bom caminho, listo algumas ideias que podem incrementar e tornar o processo seletivo de qualquer empresa uma chave para bons resultados.

Expectativas definidas

Um processo seletivo começa muito antes de se colocar a vaga nos sites de busca. Exemplo: é necessário considerar o que é mais estratégico para a companhia: treinar “alguém da casa” para a nova função que se apresenta ou ir buscar diretamente no mercado?

Por isso, é preciso que a gestão pense quais objetivos e anseios serão preenchidos e quais serão despertados a partir da nova contratação. Quais são as competências técnicas e comportamentos que não podem faltar? O que pode ser desenvolvido ao longo do caminho? Definir claramente o escopo e as expectativas da nova vaga é garantia de menor frustração no futuro.

Não apenas currículo 

Pronto. A vaga está no mercado. E agora? É um pouco clichê, mas não se deve esquecer nunca que uma pessoa não se resume ao seu currículo. Logo, um processo seletivo não deve focar apenas naquilo que é apresentado nestes documentos. Lembre-se: esta é apenas a superfície da história.

Ao interagir com candidatos relembre quais valores devem ser investigados, faça perguntas que tragam à tona qual a visão de mundo destas pessoas, o que podem agregar e o que estão dispostas a aprender.  É sempre bom repetir: um CNPJ é feito de vários CPFs.

Lembre-se: ninguém está pronto

Outro item que parece óbvio, mas nem sempre o é na prática. Por mais que o candidato seja adequado em competências e alinhado com os valores da companhia, é necessário tempo para azeitar e maturar a jornada. O novo funcionário está entrando em território de cultura, estratégicas e processos pouco conhecidos, portanto é imprescindível que a empresa faça sua integração de forma pensada e planejada. Assim, nem o colaborador nem a equipe sofrerão de forma desnecessária.

Um forte abraço,

Anderson Siqueira

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